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Domingo, 28 de Outubro de 2007

Dias 10, 11 e 12: Ba Gua Village e 28 Xius Village

Fábrica de Chá: Plantação

Fábrica de Chá

Fábrica de Chá: Posição da Dama

Parque

Parque: pagode no topo da montanha

Parque: ferradura

Ba Gua Village: Esquema geral

Ba Gua Village: Tai Ji - Centro da vila

Ba Gua Village: Consulta de Yi Jing

Ba Gua Village: o olho do Dragão

28 Xius Village: com o médico local...

28 Xius Village: Maquete geral (repare no Dragão "chegando")

Construção que simboliza uma das estrelas
da Bei Dou - Ursa Maior

28 Xius Village: Quiromancia

Muita viagem. Após deixarmos Su Zhou, passamos praticamente o décimo dia viajando, parando somente para conhecer uma das fábricas de chá verde mais conhecidas na China e, mais no fim da tarde, um grande parque no caminho do hotel.

Nos outros dias, visitamos 2 vilas no interior, baseadas, respectivamente, na estrutura dos Ba Guas e nas 28 Mansões Lunares. Em ambas, experienciamos desde jogos de Yi Jing e fisiognomonia e até uma consulta com médicos locais (que usam técnicas como pulsologia, etc). Um, em particular, sugeriu que eu perdesse um pouco de peso =///.

Em geral, foram dias diferenciados, pois pudemos avaliar, sem muita influência da cidade grande, o cotidiano do chinês (nos mais variados aspectos).

Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

Dias 8 e 9: Os Jardins Privados em Su Zhou

Planta esquemática - Jardim Liu Yuan









Planta esquemática - Jardim Zhuo Zheng Yuan


Perspectiva esquemática - Shi Zi Lin





Nos primeiros dias do Tour, visitamos os Palácios Imperiais em Beijing e Nanjing. A partir da segunda semana, o cronograma ficou mais apertado, pois estivemos em vários locais, mas em regiões diferentes. Começamos essa segunda etapa por um dos complexos paisagísticos que mais nos tocou: quatro incríveis jardins na cidade de Su Zhou / The Lingering Garden (Liu Yuan), The Master of the Nets Garden (visto à noite), The Lion Grove Garden (Shi Zi Lin) e The Humble Administrators Garden (Zhuo Zheng Yuan).

Sinceramente, fica difícil encontrar palavras compatíveis para descrevê-los, já que vivenciá-los estimula nada mais do que uma experiência sinestésica que beira o silêncio, talvez um sentido contemplativo tão profundo como o Dao (vazio pleno em sí mesmo) ou o Wu Wei (a não-ação, ou a ação natural) descrita pelos chineses.

Diferentemente dos jardins imperiais (que, mesmo mantendo os conceitos do Feng Shui, denotam um claro propósito de ordenação, com limites muito bem estabelecidos), os tais jardins privados são verdadeiros exercícios cognitivos, estruturados sobre 16 conceitos arquitetônicos / paisagísticos ancestrais, que se desenvolvem a partir de uma visão avançada do Yin e o Yang.

Sem dúvida, mesclar esses conceitos em camadas sobrepostas, que vão sendo desveladas aos olhos do apreciador cuidadoso (e deixam atônitos os supostos especialistas, como nós) foi algo que, particularmente, jamais esqueceremos. Além de um toque de mestre, existe um toque de algo "celestial" nesses locais...

Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Dias 6 e 7: Overnight train até Nanjing / Estudo de dois mausoléus na região

Perspectiva geral - localização

Mausoléu Sun Yat-Sen: Portal de Entrada

Mausoléu Sun Yat-Sen: Ponto de transição

Mausoléu Sun Yat-Sen: Escadaria e local da tumba

Mausoléu Sun Yat-Sen: Escadaria,
ponto de refência e Tartaruga ao fundo

Mausoléu Sun Yat-Sen: Vista - Pássaro Vermelho

Mausoléu Sun Yat-Sen: Vista - Pássaro Vermelho

Mausoléu Sun Yat-Sen: Tumba

Mausoléu Ming: Perspectiva geral

Mausoléu Ming: Caminho até a construção de transição (10)

Mausoléu Ming: Contrução de transição (cerimonial)

Mausoléu Ming: Portal Di / Terrestre (11)

Mausoléu Ming: Ponte e construção-chave (12)

Mausoléu Ming: Vista - Pássaro Vermelho

Mausoléu Ming: Vista - Tartaruga (14)

Mausoléu Ming: Vista - região da tumba (14)

Um dia livre em Beijing; assim, pudemos observar um pouco do cotidiano de alguns bairros. À noite, viajamos 8 horas de trêm em direção a Nanjing. Esta região, com tradução literal de Capital do Sul, foi durante muito tempo a referência do império, antes da construção da Cidade Proibida. Visitamos um parque com dois grandes mausoléus, um do primeiro imperador da Dinastia Ming e outro do revolucionário de 1911, Dr. Sun Yat-Sen.

No meio "feng shuisístico", é fato que somente uma das estruturas Yin Zhai é propícia. Aproveitando a oportunidade, aqui vai um pequeno desafio aos interessados: sem utilizar qualquer instrumento, (e considerando as limitações cognitivas nesse contexto, naturalmente), quais as características básicas de cada pavilhão? E qual, enfim, é o mais harmonioso? Por quê?

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E, em breve, um dos momentos mais esperados do Tour! Comentários sobre os Dias 8 e 9 (visita aos quatro principais jardins privados em Su Zhou): The Lingering Garden (Liu Yuan), The Master of the Nets Garden, The Lion Grove Garden (Shi Zi Lin) e The Humble Administrators Garden (Zhuo Zheng Yuan).

Dia 5: Palácio Imperial de Verão e Xumifoushou Zhi Mao em Chengde


Alinhamento
(repare a forma peculiar da montanha à esquerda)

video

video

Continuando a nossa estadia em Chengde, visitamos um imenso parque que contém variados templos e palácios que foram utilizados pelo império a partir de 1713. Pudemos observar, de um ponto muito estratégico, a formação dos Dragões que compõe a região, sobretudo como cada construção foi situada na cadeia de montanhas; nesses casos, os formatos em ferradura são claros, com propostas bem definidas, tanto para conter o Qi (Ming Tang) quanto direcioná-lo. Foi, sem dúvida, um ótimo dia para se estudar, in-loco, o Luan Tou Feng Shui e as técnicas de Xing Shi Pai.

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

Humor...


Assim fica mais fácil...

Vai uma bicicleta aí?

Templo do Alívio Supremo

Quick Dentist

Restaurante da Grande Muralha: entrada / toilet (?)

Restaurante da Grande Muralha: vista lateral

Restaurante da Grande Muralha: peixe outdoor...
(segundo consta, era o nosso prato). Obs: até que estava bom =/

Laughing Buda...

Redenção (?)

Dia 4: A Grande Muralha e Palácio Imperial em Chengde





video
Cansativo, mas indescritível...

Palácio Imperial Putuo Zong Cheng Zuo Mao:
ponto geopolítico e religioso, com estilo arquitetônico
tibetano / chinês (gosto um tanto quanto duvidoso,
apesar da escala grandiosa).

O Wu Xing (5 Ciclos do Qi). Na versão tibetana,
os 5 ramos religiosos (a Seita do Chapéu Preto está lá,
a última da direita).

Pátio interno.

Aguardando a massagem terapêutica...;)

Viajamos 250km até chegar no ponto da Grande Muralha mais próximo de Beijing. Chamado de Jinshan Ling, é o setor mais visitado pelos turistas. Enfim, tudo de bom: clima, Sheng Qi e vislumbre do fluxo dos Dragões. Nada mal passar o aniversário dessa maneira =)).

À tarde, chegamos finalmente em Chengde e fomos visitar um dos templos sino-tibetanos. Após o jantar, uma merecida massagem terapêutica "tipo imperial" (especialidade local, segundo a lenda).

Dia 3: Palácio de Verão e Galeria de Arte 798

Permeando o lago (ferradura) antes de subir
em direção à Tartaruga.

Um dos pontos de referência do Parque

Lago interno


Vista parcial das várias camadas Yin / Yang:
Ming Tang interno e externo. Acima à esquerda,
uma perna da ferradura.

Caminho à saída, após descer a Tartaruga do Parque.

Grupo Bauhaus em Beijing

Experimentos no loft de um dos artistas.
Vista da piscina; embaixo, a sala.

Um dia que começou chuvoso e com muito frio no Palácio de Verão (!!). De qualquer maneira, tivemos nosso primeiro contato com um projeto paisagístico de grande escala. Como o próprio nome já diz, esse complexo (mais do que um simples palácio) era o ponto de descanso do imperador durante alguns meses do ano. O interessante foi notar como os construtores e arquitetos da época definiam os espaços através da sobreposição de camadas sensoriais (e energéticas) com base no Yin e Yang, do macro para o micro e vice-versa, e tanto nas relações verticais quanto horizontais.

Após o almoço, conhecemos a galeria de arte contemporânea 798; na verdade, trata-se da reurbanização de uma área industrial, onde galpões construídos na década de 40 por uma equipe da Bauhaus (!!!) são agora reutilizados por artistas locais. Sem dúvida, aonde está a expressão chinesa pós-revolução cultural? Não tenho certeza se gostei do que ví, mas foi bom observar algo mais do que uma mera colagem do passado...

Sábado, 13 de Outubro de 2007

Dia 2: Cidade Proibida e Templo do Céu

Cidade Probida - Visão Externa (lado leste)

Portal Principal (Sul)

Honey "Feng Shui" Moon...



9.999 cômodos...

Hall da Suprema União:
Algo muito forte acontece(u) nesse local.

Adentrando o Templo do Céu


Céu na Terra: alinhamento vertical e horizontal.


Fim de tarde perfeito...


Nada a declarar. No máximo, contemplar...

Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

Dia 1: Tumbas da Dinastia Ming

Portão de acesso

?????

Adentrando o pátio de cerimônias

Perfeita estrutura Xing Shi (Forma):
"Dragão adentrando o túmulo".
Interessante observar que o túmulo do imperador
não se encontra numa construção explícita na paisagem,
mas num complexo subterrâneo com câmaras e caminhos específicos,
encrustado na paisagem e atrás desse portal.


Visitamos uma vasta área em Beijing considerada sagrada; nela estão situados 13 dos últimos 15 imperadores da Dinastia Ming (~1368~1644 d.C.), cada um com seu próprio mausoléu. Além de conhecer a região em que foi enterrado o primeiro dessa linhagem, adentramos numa escavação e vimos as câmaras secretas (5 no total, incluindo a do imperador). O que mais chamou a atenção foram as possíveis técnicas de Forma (Xing Shi Pai) utilizadas para descobrir o caminho do Dragão (direção do Qi pela cadeia de montanhas até cada túmulo). Em suma, existem mais segredos sobre o Yin Zhai Feng Shui (FS para túmulos) do que imaginamos. Além de conceitos metafísicos interessantíssimos (referencial Céu+Terra no homem a partir do ponto chamado Jin Jin =), relembramos que tudo se resume à essência do Yin / Yang, tanto nesse tipo de arquitetura quanto no paisagismo local.

Amanhã, um outro grande dia: A Cidade Proibida.

Chegamos!!!

No Feng Shui Research Center, Toronto / Canadá
Mestre Joseph Yu

Chegando em Beijing...

Planta - Hotel Lu Song Yuan


Pátio Interno - Vista Restaurante

Finalmente, após 31 horas de jornada, chegamos à Beijing. A boa notícia começou um pouco antes, quando conseguimos visitar o Feng Shui Research Center (Toronto / Canadá) antes de pegarmos a conexão para a China. Conversamos com o Mestre Joseph Yu a respeito da Conferência, bem como o cenário atual do FS mundial. Sem dúvida, as dicas foram muito válidas.

Nosso primeiro hotel chama-se Lu Song Yuan; foi, há tempos, uma casa com algo muito peculiar: observa-se a presença de vários Ming Tang internos (algo com os nossos pátios de inverno), o que torna o local, além de praticamente isolado do beco caótico em que se encontra, uma edificação muito interessante em termos espaciais e energéticos (pois é, sem suma, "voltada para dentro").